Discutir o impacto de alternativas práticas para a educação brasileira tornou-se uma pauta comum entre profissionais e entusiastas da área e, mais recentemente, fui convidado a considerar seus benefícios. O uso efetivo dessas ações também levanta dúvidas, devido à desconfiança permanente do que funciona ou não funciona no Brasil. A resposta é que existe, sim, a existência do chamado Metaverso em diversos modelos de educação e formação profissional.

A formação em ambientes de imitação, que já existe através da formação de operadores mecânicos, veículos automóveis e tipos de soldadura, por exemplo, está em funcionamento desde o início deste século e garante a primeira fase de aprendizagem. Uma etapa que introduz conceitos básicos de desempenho, examinando os alunos, a fim de estarem mais bem preparados, para lidar com o desempenho do mundo real, com maior risco e custo caro de combustível, materiais de construção e insumos.

Em outro exemplo, dentro do ensino médico das principais instituições privadas do país, os alunos têm a oportunidade de desenvolver casos clínicos desde os primeiros meses de aula, até robôs que apresentam importantes sinais de disfunção que os alunos devem vivenciar no pensamento avançado. seus programas de treinamento. É um lugar visível, no início do processo, que traz a prática desde cedo e sem os perigos associados aos erros da vida.

Muitas abordagens existem há décadas, como já mencionado, e as demandas impostas ao isolamento social e a natureza em rápida evolução do universo digital as tornaram muito melhores.

Mas o fato de a maioria das pessoas esquecer – ou ignorar – é, ainda assim, a triste realidade para a grande maioria dos alunos, jovens ou idosos, que podem não estar incluídos nessas ferramentas essenciais. A tecnologia existe e é usada por bolhas, grupos especiais de estudo, mas a realidade de escala, de um continente de tamanho e diversidade de continentes, está longe de ser um metaverso. O virtual nunca esteve tão longe do real.

O impacto negativo dessas diferenças nas oportunidades pode ser visto diretamente na avaliação da educação pública brasileira como um todo. Após dois anos de epidemia, voltamos ao nível mais baixo de escolas em 2019. Temos mais de 55% de alunos com deficiência em português e 95% com deficiência em matemática.

Por outro lado, muitas vezes faltam professores com turmas designadas. Como precisam se deslocar de grandes instituições para instituições estrangeiras, preferem se dedicar a outras atividades não educacionais, deixando os grupos de alunos atuantes sem diplomas de conteúdo essencial.

Provavelmente não aprendemos nada sobre a necessidade. À medida que a entrega aumentou e se estabeleceu, o uso da tecnologia para motivar e motivar os alunos em sintonia com a turma não teve o mesmo efeito.

A realidade virtual apresentada pelos órgãos públicos de educação – em todas as esferas municipais, provinciais e provinciais – contraria as realidades reais e mais pobres das escolas que não possuem os recursos básicos para ingresso e que permitem o aprendizado contínuo e contínuo.

A educação pública sobrevive ao Metaverso, mas com um viés triste e enganoso.

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