Quer saber como é feito o vinho? As primeiras uvas chegaram ao Brasil na viagem de Martim Afonso de Souza em 1532. No entanto, seu plantio começou no século XVIII, quando os italianos chegaram ao sul do Brasil. Além disso, 90% de toda a área plantada está concentrada nessa região.

O vinho faz parte da cultura nacional e nosso vinho é servido, tanto no Brasil quanto no exterior. A uva cultivada em bebida tem bagas pequenas e doces e uma textura coriácea. Você sabia que existem mais de 5000 variedades de uvas no vinho?

A seguir, mostraremos de forma breve e fácil como o vinho é feito. Confira!

As uvas são amplamente cultivadas para vinificação
Dependendo da região e do tipo (variedade), há uma variedade de sabores e características completamente diferentes entre si. Vitis Vitis Vineifera (a videira da família vitaceae de sua uva) é a mais cultivada para a produção de vinhos finos. Os principais tipos são:

Cabernet Sauvignon;
Carmener;
Merlot;
Malbec;
Moscato;
Syrah;
Pinot Noir;
Chardonnay, Sauvignon Blanc e Riesling (vinho branco).

Colheita de uva
A colheita é feita em diferentes épocas do ano, dependendo da uva e do estágio de maturação (algumas variedades amadurecem mais cedo do que outras) sobre o clima. Alguns fabricantes colhem a primeira coisa pela manhã, outros preferem fazê-lo à noite.

Desta forma, a fruta mantém uma temperatura baixa, casca firme e níveis semelhantes de açúcar, preservando assim os aromas e sabores naturais da fruta. O crescimento da videira envolve quatro etapas, a saber:

herbácea – uma formação de grãos que altera a cor da casca da fruta;
mudança de cor – as uvas vermelhas mudam de verde para roxo e o branco de verde para verde-amarelo;
amadurecimento – ocorre após a mudança de cor da uva e dura até a colheita. Leva em média de 35 a 65 dias;
supercrescimento – em áreas onde não há muita chuva de outono, esta fase é caracterizada por uma certa suspensão das uvas, levando à perda de peso.
As uvas são colhidas à mão em muitos lagares, usando tesouras para remover os cachos, o que retarda o processo. Na colheita mecanizada, o processo é rápido e, acredite ou não, não danifica nenhuma videira.

Algumas máquinas passam por vinhas, sacodem-nas e caem os maços na zona de armazenamento de água. Há também uma máquina de colheita que percorre as vinhas para recolher os feixes e existem modelos que apenas colhem frutos, que são levados para um contentor para armazenamento.

Após a colheita, os frutos colhidos seguem para a cantina (galpão de produção e armazenamento de vinho). A fruta passa então pela primeira etapa de processamento.

Triturar e esmagar as uvas
Esta seção consiste em separar as uvas da multidão, chamada de caule (ramos que sustentam as uvas). É responsável por adicionar um sabor amargo e desagradável ao vinho se não for separado da fruta.

O esmagamento da uva promove a fissuração da casca e a fissuração da polpa sem quebrar as sementes para extrair a quantidade máxima de mosto (suco).

Nas tradicionais galerias de vinho e arte, o despejo ainda é feito à mão e as uvas são transportadas para o tanque (lagar) onde são pisadas.

Na produção industrial, o processo de desmontagem e britagem é realizado com maquinaria concebida para o efeito.

Para suprimir o mosto
O mosto é levado a uma prensa onde as cascas e sementes são separadas do suco. No entanto, a pressão é apenas para fazer vinho branco. Na produção de vinho tinto e rosé, esta etapa é retirada do sistema.

Vale lembrar que o primeiro suco obtido é o nobre, o outro rico em matéria e é conhecido como grappa.

Mas, o que é grappa? É uma bebida alcoólica tradicional e amplamente aceita na Itália. É o produto de um processo de vinificação.

processo de fermentação
É aí que a mágica acontece! O álcool é produzido e converte as uvas em vinho. A fermentação ocorre quando o mosto se mistura com leveduras (microrganismos), que são eficazes na conversão de seus açúcares em álcool e dióxido de carbono. Dois estágios de levedura são usados ​​​​neste processo:

levedura tradicional – encontrada no ar ou nas cascas das uvas;
levedura selecionada – cultivada em laboratório para fins comerciais.
Quando a fermentação está completa, os vinhos tintos são colocados em barris de madeira para completar o processo de amadurecimento.

Descuba e trafega
Pouco tempo depois, quando se completa a fase de fermentação – ou seja, a conversão do açúcar em álcool – deve ser convertida em vinho, mas ainda é preciso separar a bebida da casca e das sementes. É nesta fase que entra a descuba, que é o processo de retirada da parte sólida e líquida do mosto.

O vinho permanece abaixo da cuba e o resíduo permanece alto devido à presença de dióxido de carbono. O sangramento é feito durante este tempo. Em outras palavras, o vinho é extraído e prensado.

A trasfega é o processo de transferência do vinho de um recipiente para outro, separando o vinho puro da renda.

Filtragem de vinho
Os filtros são usados ​​para manter o vinho tinto ou branco brilhante e claro. Esse processo preserva resíduos como fragmentos de casca e microrganismos utilizados na fermentação.

É um processo relativamente simples: envolve a aplicação de vários filtros com diferentes porosidades.

Clareza e estabilidade
Esta etapa elimina os resquícios da produção, portanto, o vinho fica transparente e transparente, tornando-se a base para a formação dos vinhos brancos.

A clareza evita que o vinho flutue e tem suas próprias propriedades inativas. O processo envolve a adição de substâncias proteicas para absorver e absorver os componentes sólidos que são colocados no fundo do recipiente.

Terminada a fase de fermentação, é também necessário estabilizar o vinho à temperatura ambiente, evitando que flutue a baixas temperaturas. Em seguida, resfrie no frio, evitando a formação de cristais em baixas temperaturas.

Além disso, a estabilização microbiológica também é realizada para evitar que ocorra mais fermentação após o engarrafamento do vinho.

Conclusão
Depois de passar por todas essas etapas, finalmente, o vinho pode ser engarrafado. Em seguida, recebe a rolha e o rótulo, posteriormente enviados para vendas ou underground, onde é deixado em repouso por alguns dias, semanas e até anos.

O processo é relativamente simples. As garrafas são limpas e levadas para o enchimento. Em seguida, o produto ganha estabilidade e recuperação após a exposição ao oxigênio do ar (que altera o sistema nervoso) devido à agitação durante o engarrafamento.

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