Após a coluna revelar o processo movido pelo Grupo Petrópolis, dono da cerveja Itaipava, contra Alok, pedindo cerca de R$ 17 milhões, o DJ se posicionou sobre o tema, afirmando que não poderia deixar de exercer sua principal profissão apesar do contrato.

Segundo comunicado jurídico, feito e enviado à coluna por seu advogado, Robson Cunha, Alok cumpriu todos os compromissos contratuais com a empresa e o conglomerado já havia sido informado que o artista se apresentava em eventos patrocinados por marcas concorrentes, como a Brahma.

“Antes de fecharmos o contrato, eles já haviam sido informados que sou contratado todos os anos para me apresentar no camarote N1.

Eu não posso deixar de exercer minha principal profissão, o show, independente de ter outra cerveja como patrocinadora”, escreveu o artista no Instagram deste colunista.

“Durante toda a construção do instrumento que rege a relação entre as PARTES, foi informado à CONTRATANTE a existência de eventos e festivais onde o ANUENTE já exercia e continuaria a exercer sua principal atividade artística, que é de DJ, patrocinados por outras marcas”, informa a equipe do DJ em nota oficial.

A equipe do DJ também alega que o contrato foi firmado enquanto o presidente e fundador do Grupo Petrópolis, Walter Faria, estava afastado de suas funções, e, como voltou recentemente ao cargo, ocorreram mudanças no departamento de marketing do grupo: “Ocorre que todas as tratativas da relação existente entre as partes foram construídas por uma diretoria que assumiu o grupo Petrópolis durante a ausência de Walter Faria, presidente e fundador da empresa, sendo que quando houve o retorno deste à direção da empresa, ocorreram algumas mudanças de direcionamento de marketing do grupo”.

O grupo processa o DJ após ele publicar fotos em suas redes sociais com o logo da Brahma, quando se apresentou no Carnaval do Rio de Janeiro durante o desfile das campeãs no camarote N1, localizado na Sapucaí, o qual a cervejaria é dona. O conglomerado pede

Leia a nota completa abaixo:

“Alok e Grupo Petrópolis firmaram uma parceria comercial em junho de 2021. Nesse período de 1 ano, todos os compromissos contratuais assumidos foram cumpridos.

Ocorre que todas as tratativas da relação existente entre as partes foram construídas por uma diretoria que assumiu o grupo Petrópolis durante a ausência de Walter Faria, presidente e fundador da empresa, sendo que quando houve o retorno deste à direção da empresa, ocorreram algumas mudanças de direcionamento de marketing do grupo.

Durante toda a construção do instrumento que rege a relação entre as PARTES, foi informado à CONTRATANTE a existência de eventos e festivais onde o ANUENTE já exercia e continuaria a exercer sua principal atividade artística, que é de DJ, patrocinados por outras marcas, como por exemplo: o Rodeio de Jaguariúna, a Festa do Peão de Barretos, o Camarote N1, Rock in Rio e o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula1, sendo anuído pela CONTRATANTE e apenas estabelecido que nestes casos o ANUENTE estaria proibido de participar de ações publicitárias de produtos ou marcas concorrentes. O que, evidentemente, nunca aconteceu.

Maiores tratativas deste assunto serão tratados exclusivamente nos autos da ação.”

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